Zé do Binga quer que pessoas carentes tenham medidores de pressão gratuitos em Ouro Preto


Por: Jornal Fonte Zero A Câmara de Ouro Preto aprovou nesta quinta-feira, 8 de outubro, um requerimento do vereador Zé do Binga que solicita à Prefeitura informações sobre a possibilidade de fornecer gratuitamente medidores digitais de pressão arterial a pacientes hipertensos de baixa renda atendidos pela rede pública municipal de saúde.
O requerimento nº 413/2026 é dirigido ao prefeito e ao secretário municipal de Saúde. O documento pergunta se existem estudos, projetos, planejamento ou medidas voltadas à oferta dos aparelhos e se o município dispõe de um levantamento sobre o número de pacientes que poderiam ser beneficiados. Zé do Binga quer que pessoas carentes tenham medidores de pressão gratuitos em O
O vereador também solicita informações sobre eventual previsão de aquisição e distribuição dos equipamentos, além de estimativas do impacto financeiro e orçamentário da iniciativa.
Caso ainda não haja estudos ou planejamento, o requerimento questiona se a Secretaria de Saúde pode avaliar a viabilidade técnica, administrativa e orçamentária de criar um programa para fornecer os dispositivos aos pacientes que necessitem deles.
Na justificativa, Zé do Binga argumenta que o acesso ao medidor pode facilitar o acompanhamento regular da pressão arterial e auxiliar os profissionais de saúde no controle do tratamento. O documento destaca a prevenção de complicações e a ampliação do acesso à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Hipertensa, Alessandra Araújo é diarista e tem 2 filhos e descobriu a diabetes durante o pré natal da segunda criança, aos 28 anos e aprovou a iniciativas do vereador: "Se a prefeitura comprar mesmo, os medidores pra quem tem baixa renda igual "eu" vai ajudar muito, porque as vezes que a minha pressão sobe eu tenho que depender de alguem pra medir pra mim ou eu tenho que sair de casa pra ir na farmácia", disse Alessandra.
A aprovação em plenário é do pedido de informações. O requerimento não institui um programa de distribuição nem confirma a compra dos aparelhos. As questões apresentadas dependem de resposta do Executivo municipal, qie passa por estudo técnico, social e orçamentário.





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