Lílian Fança refaz cobrança "histórica" por melhorias na iluminação e fornecimento de energia em Amarantina, em Ouro Preto
- Daniel Marcos

- 19 de jun.
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A vereadora Lílian França (PP) encaminhou a representação 152/2026 a órgãos municipais e à Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), além da concessionária Ouro Preto Luz e das secretarias municipais de Governo e de Obras e Urbanismo, solicitando providências para problemas recorrentes relacionados à iluminação pública e ao fornecimento de energia elétrica no distrito de Amarantina, em Ouro Preto (MG).
No documento, a parlamentar pede intervenções especialmente nas ruas São Judas Tadeu e Santa Rita. Segundo a representação, com base em relatos de moradores da comunidade do Riacho, a rua São Judas Tadeu necessita da instalação de sete luminárias em postes já existentes. A ausência de iluminação, segundo o texto, compromete a circulação de moradores no período noturno e a segurança na via.
A vereadora também aponta irregularidades no fornecimento de energia elétrica na rua Santa Rita, onde moradores estariam sem acesso regular ao serviço há mais de oito anos. De acordo com a justificativa apresentada, a situação tem provocado transtornos e impactos na qualidade de vida, além de afetar aspectos como saúde e bem-estar.
Ainda segundo a representação, há relatos de instabilidade recorrente no fornecimento, o que tem levado moradores a deixarem suas residências por períodos temporários em razão das condições do serviço.
Lílian França afirma que já havia apresentado solicitação semelhante por meio da representação 128/2026, protocolada em 2 de junho, na qual pedia medidas definitivas para a resolução dos problemas de energia elétrica na mesma localidade. No novo documento, a vereadora afirma que não houve retorno dos órgãos responsáveis.
Moradores seguem relatando insatisfação com a situação e aguardam resposta do poder público e das concessionárias envolvidas. Mesmo com as prerrogativas legais e garantias do mandato do vereador, a prefeitura, reiteradamente deixa de responder a documentos como representações e indicações desses agentes políticos, o que prejudica a comunicação institucional e causa prejuízos ao exercício do parlamentar, considerando sua condição de fiscal e legislador do município, eleito pelo voto popular.



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