Crise moral e cívica no governo Mineiro
- Daniel Marcos

- 28 de abr.
- 1 min de leitura
Secretário de educação do estado é exonerado em meio a investigação de corrupção
Foto de redes sociais editada com Inteligência artificial
O secretário de Estado da Educação de Minas Gerais, Rossieli Soares, foi exonerado pelo governo estadual na noite de 27 de abril de 2026.
A saída, inicialmente comunicada sem detalhamento, disfarçada de "mudanças no primeiro escalão" e resultou na nomeação de Gustavo Braga para o cargo.
Rossieli, que assumiu a pasta em agosto de 2025 e também foi ministro da Educação, esteve à frente de pautas relevantes e alvo de críticas, como a expansão das escolas cívico-militares.
Em março, a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT) denunciou um suposto esquema na contratação de livros didáticos, com valores próximos a R$ 350milhões — episódio que ampliou a pressão política sobre a gestão de Rossieli.
Em novo comunicado, sabendo que o caldo já havia entornado, o governador chutou os baldes e esclareceu que a exoneração não ocorreu “em comum acordo” e afirmou que a decisão de Simões foi baseada em informações preliminares de investigação conduzida pela Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais.
Apesar de a denúncia da deputada compor o contexto recente de questionamentos na área da educação, o próprio governo não relaciona oficialmente os dois fatos, indicando que a exoneração decorre de elementos apurados internamente.
A gestão estadual também informou que abrirá procedimento para investigar a divulgação indevida de uma nota atribuída ao Executivo e reiterou compromisso com a ética e a transparência.
Para entender melhor essa situação, repleta de nuances, sugerimos conferir as informações no perfil da Deputada Estadual, Beatriz Cerqueira: @beatriz__cerqueira



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